{"id":18680,"date":"2024-03-08T17:05:42","date_gmt":"2024-03-08T20:05:42","guid":{"rendered":"https:\/\/dgospel.com.br\/portal\/?p=18680"},"modified":"2024-03-08T17:05:43","modified_gmt":"2024-03-08T20:05:43","slug":"conheca-5-mulheres-que-marcaram-a-historia-da-igreja-crista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dgospel.com.br\/portal\/index.php\/2024\/03\/08\/conheca-5-mulheres-que-marcaram-a-historia-da-igreja-crista\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a 5 mulheres que marcaram a hist\u00f3ria da Igreja Crist\u00e3"},"content":{"rendered":"\n<p>A hist\u00f3ria da Igreja Crist\u00e3 \u00e9 permeada por testemunhos de mulheres que se tornaram \u00edcones por dedicar suas vidas ao minist\u00e9rio, muitos dos quais extremamente desafiadores, para evangelizar, aconselhar, pregar, ensinar e propagar a&nbsp;<strong><a href=\"https:\/\/guiame.com.br\/gospel\/noticias\/correio-alemao-emite-selo-de-natal-com-mensagem-do-evangelho-hoje-vos-nasceu-o-salvador.html\">mensagem do Evangelho<\/a><\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Em toda a narrativa b\u00edblica, mulheres despontam como ajudadoras, mission\u00e1rias, disc\u00edpulas e exercendo diversas atividades, mostrando o papel feminino em todas as \u00e9pocas. Ainda hoje, o exemplo de&nbsp;<strong>Abigail<\/strong>, como uma mulher intercessora e pacificadora \u00e9 sempre lembrado. Ela foi respons\u00e1vel por aplacar a f\u00faria de Davi contra seu marido, que se negou a ajudar o rei e seu ex\u00e9rcito.<\/p>\n\n\n\n<p>No&nbsp;<strong><a href=\"https:\/\/guiame.com.br\/gospel\/mundo-cristao\/traducao-do-novo-testamento-na-linguagem-brasileira-de-sinais-e-concluida.html\">Novo Testamento<\/a><\/strong>, temos a hist\u00f3ria de&nbsp;<strong>Febe<\/strong>, mencionada por Paulo na carta aos Romanos como uma diaconisa da igreja de Cencr\u00e9ia. Ela \u00e9 reconhecida por seu papel essencial no minist\u00e9rio, servindo como uma l\u00edder respeitada e ajudando a estabelecer as primeiras comunidades crist\u00e3s.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra personagem emblem\u00e1tica \u00e9&nbsp;<strong>Priscila<\/strong>, que junto com seu marido \u00c1quila, foi fundamental na forma\u00e7\u00e3o de disc\u00edpulos e na expans\u00e3o do cristianismo primitivo. Priscila \u00e9 frequentemente citada como uma professora influente e uma defensora dedicada da f\u00e9 crist\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao longo do tempo, in\u00fameras mulheres deixaram um verdadeiro legado de f\u00e9 e de miss\u00e3o em prol do cristianismo. Neste Dia Internacional da Mulher, o&nbsp;<strong>Guiame<\/strong>&nbsp;relembra algumas hist\u00f3rias publicadas no portal, para manter vivo o legado inspirador dessas mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p>CONHE\u00c7A CINCO MULHERES QUE FIZERAM HIST\u00d3RIA:<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sojourner Truth \u2013 A not\u00e1vel escrava que se tornou evangelista<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/thumbor.guiame.com.br\/unsafe\/smart\/https:\/\/media.guiame.com.br\/archives\/2022\/03\/07\/822464794-.jpg\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Sojourner Truth se tornou uma inspira\u00e7\u00e3o por sua f\u00e9 e luta pelos direitos das mulheres e pelo abolicionismo. Nascida em 1797 como Isabella Baumfree, era filha de escravos. Por essa condi\u00e7\u00e3o, passou a inf\u00e2ncia sofrendo abusos de v\u00e1rios \u2018donos\u2019.<\/p>\n\n\n\n<p>Sojourner foi escrava por trinta anos e sofreu muito: seus irm\u00e3os e irm\u00e3s foram vendidos na inf\u00e2ncia, ela cresceu sem educa\u00e7\u00e3o e permaneceu analfabeta por toda a vida. Aos nove anos, a menina foi vendida em leil\u00e3o com um rebanho de ovelhas por US$ 100.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre 1810 e 1827 ela ficou casada com outro escravo chamado Thomas, com quem teve cinco filhos. A liberdade de sua filha Sophia foi comprada por US$ 20 por uma fam\u00edlia abolicionista amiga, mas seus outros filhos ainda eram legalmente escravos, raz\u00e3o pela qual ela foi for\u00e7ada a deix\u00e1-los para tr\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Vis\u00f5es e voz de Deus<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Desde a inf\u00e2ncia, Isabella tinha vis\u00f5es e ouvia vozes, que ela atribu\u00eda a Deus. Na cidade de Nova York, ela se associou a Elijah Pierson, um mission\u00e1rio zeloso. Trabalhando e pregando nas ruas, ela ingressou na Sociedade de Reten\u00e7\u00e3o e, eventualmente, em sua casa.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1843 ela deixou a cidade de Nova York e adotou o nome Sojourner Truth, que passou a usar. Obedecendo a um chamado sobrenatural para \u201cviajar para cima e para baixo pela terra\u201d, ela cantou, pregou e debateu nas reuni\u00f5es campais, nas igrejas e nas ruas das aldeias, exortando seus ouvintes a aceitar a mensagem b\u00edblica da bondade de Deus e da fraternidade dos homens.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1850, ela viajou por todo o meio oeste, onde sua reputa\u00e7\u00e3o de magnetismo pessoal a precedeu e atraiu grandes multid\u00f5es. Ela era uma evangelista poderosa, mas falava cada vez mais sobre reforma social, fosse escravid\u00e3o, direitos das mulheres ou condi\u00e7\u00f5es de pris\u00e3o. Mesmo quando ela pregava sobre quest\u00f5es sociais, seu amor por Jesus e pela B\u00edblia sempre fazia parte do que ela dizia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><a href=\"https:\/\/guiame.com.br\/gospel\/mundo-cristao\/herois-da-fe-sojourner-truth-notavel-escrava-que-se-tornou-evangelista\">Leia a hist\u00f3ria completa de Sojourner Truth<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mary Jones \u2013 A menina que inspirou a cria\u00e7\u00e3o da Sociedade B\u00edblica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/thumbor.guiame.com.br\/unsafe\/smart\/https:\/\/media.guiame.com.br\/archives\/2021\/09\/30\/4188624220-mary-jones.jpg\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Mary Jones nasceu em 16 de dezembro de 1784, um pequeno vilarejo em um dos vales profundos do Norte de Gales. Seus pais eram devotos metodistas calvinistas, e ela mesma professou a f\u00e9 crist\u00e3 aos oito anos de idade. Era de uma fam\u00edlia pobre, filha de um tecel\u00e3o, que vivia em Llanfihangel-y-pennant.<\/p>\n\n\n\n<p>Tendo aprendido a ler nas escolas circulantes organizadas pelo reverendo Thomas Charles, tornou-se seu desejo ardente possuir uma B\u00edblia pr\u00f3pria, o que era dif\u00edcil, tendo em vista que custava muito caro.<\/p>\n\n\n\n<p>A c\u00f3pia mais pr\u00f3xima estava em uma fazenda a tr\u00eas quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia de sua pequena cabana, e n\u00e3o havia nenhuma c\u00f3pia \u00e0 venda mais perto do que Bala, que ficava a 42 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia. E n\u00e3o era certo que uma c\u00f3pia pudesse ser obtida l\u00e1. A B\u00edblia galesa era escassa naquela \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<p>Tendo economizado por seis anos at\u00e9 ter dinheiro suficiente para pagar por uma c\u00f3pia, em uma manh\u00e3 do ano de 1.800 Mary saiu de Bala e caminhou 42 quil\u00f4metros por terrenos montanhosos, descal\u00e7a como de costume, para obter uma c\u00f3pia das m\u00e3os do Rev. Thomas Charles, o \u00fanico que tinha B\u00edblias \u00e0 venda na regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com uma vers\u00e3o da hist\u00f3ria, o reverendo disse a ela que todas as c\u00f3pias que ele recebeu foram vendidas ou j\u00e1 estavam reservadas. Mary ficou t\u00e3o chateada que Charles acabou vendendo a ela uma das c\u00f3pias que j\u00e1 havia sido prometida a outro.<\/p>\n\n\n\n<p>Em outra vers\u00e3o, ela teve que esperar dois dias pela chegada de um suprimento de B\u00edblias e conseguiu comprar uma c\u00f3pia para si e duas outras c\u00f3pias para membros de sua fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sociedade B\u00edblica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a tradi\u00e7\u00e3o, foi a impress\u00e3o que esta visita de Mary Jones deixou sobre ele que impeliu Charles a propor ao Council of the Religious Tract Society a forma\u00e7\u00e3o de uma Sociedade para fornecer B\u00edblias ao Pa\u00eds de Gales.<\/p>\n\n\n\n<p>E em 1804 a British and Foreign Bible Society (agora a Sociedade B\u00edblica) foi formada. Cerca de 300 pessoas de v\u00e1rias denomina\u00e7\u00f5es se ofereceram para formar a sociedade. O prop\u00f3sito da sociedade na forma\u00e7\u00e3o era fornecer B\u00edblias mais f\u00e1ceis, mais baratas ou at\u00e9 gratuitas para todas as pessoas.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 uma hist\u00f3ria que, aos 70 anos, Mary Jones deu meio soberano &#8211; uma quantia significativa naquela \u00e9poca &#8211; para o apelo da Sociedade B\u00edblica para imprimir um milh\u00e3o de Novo Testamento chin\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><a href=\"https:\/\/guiame.com.br\/gospel\/mundo-cristao\/herois-da-fe-mary-jones-menina-que-inspirou-criacao-da-sociedade-biblica.html\">Leia a hist\u00f3ria completa de Mary Jones<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Elisabeth Elliot &#8211; A mission\u00e1ria que serviu \u00e0 tribo que matou seu marido<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/thumbor.guiame.com.br\/unsafe\/smart\/https:\/\/media.guiame.com.br\/archives\/2021\/07\/08\/3422408886-elisabeth-elliot.jpg\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Elisabeth Elliot (nascida Howard) nasceu em 21 de dezembro de 1926 em Bruxelas, na B\u00e9lgica, onde seus pais serviram como mission\u00e1rios. Ela se mudou para os Estados Unidos ainda crian\u00e7a para estudar. L\u00e1, bem jovem, ela fez uma profiss\u00e3o pessoal de f\u00e9 para seguir a Cristo.<\/p>\n\n\n\n<p>Elisabeth logo sentiu o chamado de Deus para ser mission\u00e1ria. Em 1944, com a inten\u00e7\u00e3o de se tornar uma tradutora da B\u00edblia, ela se matriculou no Wheaton College, onde conheceu Jim Elliot, que tinha um chamado semelhante para miss\u00f5es e com quem teve um longo romance.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Wheaton, a menina estudou grego cl\u00e1ssico para capacit\u00e1-la a trabalhar na \u00e1rea de l\u00ednguas n\u00e3o escritas durante seu futuro trabalho mission\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a formatura, Elisabeth treinou como tradutora da B\u00edblia e, em 1952, ela e Jim foram para o Equador para trabalhar como mission\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1953, Jim e Elisabeth se casaram em Quito, Equador, e continuaram seu trabalho naquele pa\u00eds. Dois anos depois, eles tiveram sua filha Valerie.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Chamado para servir<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a morte de seu marido, Jim Elliot, ela se sentiu chamada por Deus para testemunhar aos que mataram seu marido, e voltou ao Equador com sua filha. Trabalhando com uma tribo adjacente, ela orou por uma oportunidade de fazer contato com os Waodani.<\/p>\n\n\n\n<p>Finalmente, uma mulher Waodani apareceu, permitindo que Elisabeth come\u00e7asse a aprender a l\u00edngua e, depois de ter sido prometida seguran\u00e7a, Elisabeth, sua filha de tr\u00eas anos e Rachel Saint (irm\u00e3 do piloto assassinado) foram morar com os Waodani.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela ensinou n\u00e3o apenas sobre o trabalho mission\u00e1rio, mas tamb\u00e9m sobre muitos aspectos da vida crist\u00e3. Como a d\u00e9cada de 1960 trouxe enormes mudan\u00e7as culturais, ela se viu comentando sobre o papel da mulher, onde essa mulher, a mais corajosa, se posicionou contra o feminismo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><a href=\"https:\/\/guiame.com.br\/gospel\/mundo-cristao\/herois-da-fe-elisabeth-elliot-missionaria-que-serviu-tribo-que-matou-seu-marido.html\">Leia a hist\u00f3ria completa de Elisabeth Elliot<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Shi Meiyu \u2013 A primeira m\u00e9dica mission\u00e1ria da China<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/thumbor.guiame.com.br\/unsafe\/smart\/https:\/\/media.guiame.com.br\/archives\/2021\/05\/20\/2959345608-shi-meiyu.png\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Shi Meiyu nasceu em 1\u00ba de maio de 1873 em Jiujiang, nas margens do rio Yangtze, na China. Seus pais eram crist\u00e3os de primeira gera\u00e7\u00e3o: seu pai, pastor metodista, e sua m\u00e3e, diretora de uma escola crist\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<p>Por mil\u00eanios, as mulheres tiveram um papel de segunda classe bem definido na cultura chinesa. Das muitas injusti\u00e7as enfrentadas pelas meninas, a pior era que ainda era costume amarrar os p\u00e9s de uma jovem, esmagando os ossos para produzir pequenos p\u00e9s que eram a marca registrada de uma classe social superior. Em uma decis\u00e3o que prefigurou as a\u00e7\u00f5es radicais de sua filha, seus pais se recusaram a fazer isso.<\/p>\n\n\n\n<p>Zombada por ter seus p\u00e9s soltos, Shi Meiyu cresceu como uma forasteira e seu pai, impressionado pela m\u00e9dica ocidental Gertrude Howe, que tamb\u00e9m era mission\u00e1ria, de fam\u00edlia Quaker americana, decidiu que a filha deveria estudar medicina.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela foi enviada aos Estados Unidos em 1892 para estudar medicina. Diante de uma incapacidade generalizada de pronunciar seu nome, Shi Meiyu adotou o nome de \u2018Mary Stone\u2019 e, em 1896, ela a amiga Kang Cheng, que adotou o nome de \u2018Ida Kahn\u2019, se tornaram as primeiras mulheres chinesas a se formarem em medicina ocidental.<\/p>\n\n\n\n<p>Shi Meiyu combinou as m\u00e3os de uma cirurgi\u00e3, o cora\u00e7\u00e3o de uma evangelista e a mente de uma administradora para se tornar uma das grandes mulheres crist\u00e3s chinesas do s\u00e9culo 20.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Miss\u00e3o m\u00e9dica<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 como m\u00e9dica, Shi Meiyu voltou para Jiujiang e, com apenas 24 anos, estava confiante de que era hora de os crist\u00e3os chineses assumirem a lideran\u00e7a. Assim, abriu uma cl\u00ednica junto com a colega. Com apoio financeiro americano, ela logo conseguiu abrir um hospital com 95 leitos.<\/p>\n\n\n\n<p>Shi Meiyu passou quase cinquenta anos trabalhando na China. Por causa da sua baixa estatura, ela tinha que se sentar em um banquinho para operar. Logo ela se tornou uma cirurgi\u00e3 respeitada. Ela tamb\u00e9m distribu\u00eda rem\u00e9dios e fazia cansativas consultas m\u00e9dicas no interior, onde costumava tratar cinquenta pacientes por dia. No entanto, Shi Meiyu foi muito mais do que apenas uma m\u00e9dica pioneira e durante anos n\u00e3o foi apenas a administradora do hospital, mas tamb\u00e9m criou e dirigiu programas de treinamento para enfermeiras.<\/p>\n\n\n\n<p>Sua vis\u00e3o n\u00e3o conhecia limites e ela estava envolvida na cria\u00e7\u00e3o de hospitais, centros de treinamento e escolas em toda a China, uma na\u00e7\u00e3o quase do tamanho da Europa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><a href=\"https:\/\/guiame.com.br\/gospel\/mundo-cristao\/herois-da-fe-shi-meiyu-primeira-medica-missionaria-da-china\">Leia a hist\u00f3ria completa de Shi Meiyu<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Amanda Smith &#8211; Primeira mulher negra a se tornar evangelista internacional<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img src=\"https:\/\/thumbor.guiame.com.br\/unsafe\/smart\/https:\/\/media.guiame.com.br\/archives\/2021\/05\/11\/2305829487-amanda-smith.png\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Amanda Berry Smith nasceu em 23 de janeiro de 1837, como escrava, cresceu no condado de York, Pensilv\u00e2nia; seu pai, Samuel Berry, ganhou dinheiro suficiente com trabalho extra para comprar a liberdade para si mesmo, sua esposa e filhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Eles se mudaram para o condado de York, Pensilv\u00e2nia, onde sua casa se tornou uma esta\u00e7\u00e3o da estrada de ferro subterr\u00e2nea. L\u00e1 eles tiveram mais sete filhos.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar da pobreza de sua educa\u00e7\u00e3o, Amanda cresceu cercada de ora\u00e7\u00f5es e leitura da B\u00edblia e foi ensinada a ler e escrever por seus pais.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela trabalhou brevemente como lavadeira e empregada dom\u00e9stica para sustentar sua fam\u00edlia antes de se casar com Calvin M. Devine em 1854.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele morreu como soldado da Uni\u00e3o na Guerra Civil. Ela se mudou para a Filad\u00e9lfia em 1863 e se casou com James H. Smith, um di\u00e1cono de uma Igreja Episcopal Metodista Africana. Smith teve dois filhos com o primeiro marido, tr\u00eas com o segundo, mas apenas uma filha, Mazie, sobreviveu \u00e0 inf\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela se tornou ativa no movimento de Santidade, que exortava todos os crentes, independentemente de sua situa\u00e7\u00e3o ou status, a compartilhar publicamente sua f\u00e9.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1869, ela pregava regularmente em igrejas afro-americanas em Nova York e Nova Jersey e tamb\u00e9m para p\u00fablicos brancos. O sucesso de Smith em pregar para uma audi\u00eancia branca em um acampamento de santidade no ver\u00e3o de 1870 a levou a se comprometer inteiramente com o evangelismo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Viagens mission\u00e1rias<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Embora ela n\u00e3o tenha sido ordenada ou apoiada financeiramente pela Anderson Chapel AME Church ou qualquer outra organiza\u00e7\u00e3o, ela se tornou a primeira mulher negra a trabalhar como evangelista internacional em 1878. Ela serviu por doze anos evangelizando na Inglaterra, Irlanda, Esc\u00f3cia, \u00cdndia e v\u00e1rios pa\u00edses africanos.<\/p>\n\n\n\n<p>De 1879 a 1881 ela esteve na \u00cdndia, e depois de outra breve estada na Inglaterra, ela partiu em 1881 para a \u00c1frica Ocidental. Por oito anos ela fez trabalho mission\u00e1rio na Lib\u00e9ria e em Serra Leoa. Ap\u00f3s outra estada na Gr\u00e3-Bretanha de 1889 a 1890, ela voltou aos Estados Unidos. Ela pregou nas cidades do leste at\u00e9 1892, quando se mudou para Chicago.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1893, Smith publicou An Autobiography. Os rendimentos do livro, junto com suas economias, a renda de um pequeno jornal que publicou e presentes de outras pessoas, permitiram que ela abrisse um lar para \u00f3rf\u00e3os afro-americanos em Harvey, Illinois, em 1899. Por fim, ela retomou a prega\u00e7\u00e3o e cantando para sustentar o lar.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela escreveu um jornal mensal, o Helper, que aumentou seus esfor\u00e7os de arrecada\u00e7\u00e3o de fundos para a escola.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A hist\u00f3ria da Igreja Crist\u00e3 \u00e9 permeada por testemunhos de mulheres que se tornaram \u00edcones por dedicar suas vidas ao minist\u00e9rio, muitos dos quais extremamente desafiadores, para evangelizar, aconselhar, pregar, ensinar e propagar a&nbsp;mensagem do Evangelho. 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