{"id":20951,"date":"2024-10-28T20:03:35","date_gmt":"2024-10-28T23:03:35","guid":{"rendered":"https:\/\/dgospel.com.br\/portal\/?p=20951"},"modified":"2024-10-28T20:03:37","modified_gmt":"2024-10-28T23:03:37","slug":"maioria-das-mulheres-eleitas-prefeitas-e-de-direita-ou-centro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dgospel.com.br\/portal\/index.php\/2024\/10\/28\/maioria-das-mulheres-eleitas-prefeitas-e-de-direita-ou-centro\/","title":{"rendered":"Maioria das mulheres eleitas prefeitas \u00e9 de direita ou centro"},"content":{"rendered":"\n<p>Das 728 mulheres eleitas como prefeitas nas elei\u00e7\u00f5es municipais de 2024, 82,5% representam partidos de centro ou direita. O Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (MDB) lidera com o maior n\u00famero de escolhidas. S\u00e3o 130. O Partido Social Democr\u00e1tico (PSD) conseguiu eleger 104, e o Progressistas (PP), 89.<\/p>\n\n\n\n<p>No segundo turno, 15 mulheres disputaram a cadeira de prefeito em 13 munic\u00edpios. Delas, cinco conquistaram o pleito: Adriane Lopes (PP), em Campo Grande (MT), com 51,45%; Elizabeth Schmidt (Uni\u00e3o Brasil), em Ponta Grossa (PR), com 53,72%; Em\u00edlia Corr\u00eaa (PL), em Aracaju (SE), com 57,46%; Elisa Ara\u00fajo (PSD), em Uberaba (MG), com 55,60%; e Mirella (PSD), em Olinda (PE), com 51,38%. Nenhuma candidata de esquerda foi eleita nesta etapa do pleito.<\/p>\n\n\n\n<p>A maioria das escolhidas entre os dois turnos representa partidos de direita ou centro-direita, com 348 nomes mais votados no primeiro turno, 47,9% no total. Em seguida, vem os partidos do \u201ccentr\u00e3o\u201d, com 251 de gestoras. As prefeitas de esquerda e centro-esquerda s\u00e3o 129.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/eae4cf8971683b5763486cbe1ff280fb.safeframe.googlesyndication.com\/safeframe\/1-0-40\/html\/container.html\">https:\/\/eae4cf8971683b5763486cbe1ff280fb.safeframe.googlesyndication.com\/safeframe\/1-0-40\/html\/container.html<\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Em Campo Grande, o segundo turno foi disputado pela primeira vez por duas mulheres. Reeleita na capital sul-matogrossense, Adriane Lopes, do Progressistas, \u00e9 apadrinhada pela senadora Tereza Cristina (PP) e recebeu o apoio de Jair Bolsonaro (PL) pelas redes sociais ap\u00f3s o candidato que ele apoiava, Beto Pereira (PSDB), ficar em terceiro lugar no primeiro turno. A ex-deputada Rose Modesto (Uni\u00e3o Brasil) foi a rival de Adriane e perdeu a disputa por uma diferen\u00e7a de pouco menos de 3% de votos.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro nome feminino ligado ao ex-presidente \u00e9 Em\u00edlia Corr\u00eaa, do PL, que se tornou a primeira mulher prefeita de Aracaju. Nas redes sociais, agradeceu pela vit\u00f3ria: \u201cEstouramos a bolha, Aracaju!\u201d. Lopes e Correa foram as \u00fanicas mulheres eleitas em capitais neste segundo turno.<\/p>\n\n\n\n<p>No Tocantins, a candidata Janad Valcari \u2013 favorita nas pesquisas \u2013 surpreendeu ao perder a disputa para Eduardo Siqueira (Podemos). A advogada fez ato ao lado de Bolsonaro na v\u00e9spera da elei\u00e7\u00e3o e acumulou apoiadores ligados \u00e0 direita, como o senador Fl\u00e1vio Bolsonaro (PL) e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL).<\/p>\n\n\n\n<p>Nas elei\u00e7\u00f5es municipais, 15,2% dos candidatos \u00e0 prefeitura eram mulheres \u2013 o n\u00famero de eleitas foi ainda menor: 13,2%. No legislativo, o porcentual chegou a 35%, ainda pr\u00f3ximo \u00e0 cota eleitoral feminina de 30%.<\/p>\n\n\n\n<p>*AE<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Das 728 mulheres eleitas como prefeitas nas elei\u00e7\u00f5es municipais de 2024, 82,5% representam partidos de centro ou direita. O Movimento Democr\u00e1tico Brasileiro (MDB) lidera com o maior n\u00famero de escolhidas. S\u00e3o 130. O Partido Social Democr\u00e1tico (PSD) conseguiu eleger 104, e o Progressistas (PP), 89. 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