1ª Caminhada Mulher Segura celebra um ano da Patrulha Mulher Segura em Palmas

Em comemoração ao primeiro ano de atuação da Patrulha Mulher Segura, foi realizada nesta sexta-feira, 27, a 1ª Caminhada Mulher Segura, um momento de conscientização, união e fortalecimento da rede de proteção às mulheres em Palmas. Durante o percurso, entre o Paço Municipal e o Parque Cesamar, os participantes receberam apoio de comerciantes e motoristas que fizeram questão de se manifestar com buzinas e aplausos. O evento reuniu representantes de diversas instituições e contou com a presença da secretária da Mulher de Palmas, Chayla Félix, da secretária-executiva da Mulher, Mariza Sales, representantes da Secretaria Municipal de Educação, além de integrantes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), do Corpo de Bombeiros Militar e servidores municipais.

Durante o evento, Chayla Félix direcionou sua fala aos jovens da Banda da Guarda Metropolitana de Palmas (GMP) e aos demais presentes, reforçando que a luta contra o feminicídio precisa também da mudança de comportamento. “Vocês, meninos, são responsáveis por fazerem cessar comentários desrespeitosos e violentos, bem como ações e atitudes sobre abuso contra a mulher. Lembrem-se das mães, irmãs, tias, avós e todas as mulheres que são importantes para vocês”, destacou a secretária.

A porta-voz da PRF no Tocantins, Natália Teixeira Guimarães, que participou do evento junto com outras agentes da PRF, enfatizou que a instituição estará sempre pronta a prestigiar eventos que valorizem o papel social e a segurança da mulher. “Todo e qualquer evento que envolva o respeito às mulheres e a valorização de suas vidas, a PRF estará apoiando.”

A inspetora-chefe da Patrulha Mulher Segura da Guarda Metropolitana de Palmas, Letícia Bordin, destacou a importância da iniciativa como mobilização social e de reafirmação do compromisso coletivo com a segurança e o respeito às mulheres. “A caminhada representa não apenas a celebração de um ano de trabalho da Patrulha, mas também a união de forças em prol de uma cidade mais segura e igualitária para todas as mulheres. O ideal seria que não fossem necessárias ações como esta, mas os índices nacionais estão alarmantes e precisamos fazer de tudo para preservar as vidas das nossas mulheres”, ressaltou Letícia Bordin.

336x280ad